CORREIO BARREIRENSE - 11ª edição/ Março de 2025
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CORREIO BARREIRENSE
11ª edição/ Março de 2025
COMO ESTÁ MORADOR?
O clube de leitura Fronteira do Saber conversa com seus moradores pra saber um pouco da sua vivência, da sua história, dos seus desafios, da vida e suas conquistas.
Nesta edição vamos conhecer duas histórias de duas famílias que tem suas casas construídas abaixo e a direita do sangradouro do açude do Barreiro e tiveram que construir pontes para o acesso às suas residências pois no inverno de 2024 a barragem construída abaixo do sangradouro rompeu e essas famílias viu uma cratera enorme aonde antes era sua estrada.
Janiquele Benedito da Silva Sousa é casada com Jonas Alves de Sousa e tem três filhos. Há 7 anos moram nessa residência. JANIQUELE nos conta que a solução melhor encontrada para ter de novo o mesmo acesso a sua casa foi construir uma ponte e fala do desafio e superação que sua família teve que enfrentar. Relata que foi no período da sua terceira gravidez e foi preciso colocar ”a mão na massa ‘ para fazer o projeto. Não tiveram condições de contratar um engenheiro, mas seu esposo conversou com muita gente sobre o melhor jeito de construir. Construíram com recursos próprios, seu esposo trabalhando de domingo a domingo, e ela ainda ajudava buscando areia na moto e ele buscava pedras no sítio varzinha para diminuir os gastos.
Jonas nos conta que seu maior desafio foi trabalhar muito para conseguir o dinheiro para pagar os trabalhadores e ainda chegar em casa e ter que ir buscar areia e pedra.
Emocionada Janiquele conta que passou um mês sem sair de casa quando ganhou seu nenê e quando chegou da maternidade e teve que ir pra sua casa sem um bom acesso e ainda quebrou pontos da sua cirurgia.
Hoje o projeto está concluído, mas ainda precisam de uns toques finais pois a ponte deixou sua casa mais bonita e aconchegante. Janiquele conta que além da dificuldade de construir ainda ouviu depoimentos negativos que lhe entristeceu, mas superaram e concluíram e que é maravilhoso e gratificante olhar pra suas conquistas concretizadas com seu próprio esforço esuperação.

Naiara Oliveira Cunha é casada com Antonio Marcos Carlos de Matos e tem 2 filhos. Há 4 anos construíram uma casa no sítio Barreiros e também enfrentaram o desafio de ter que construir uma ponte para chegar em sua casa pois o sangradouro do açude está cada vez mais fundo na passagem que da acesso a sua casa. Para Marcos, o maior desafio foi enfrentar o começo com muitas dificuldades financeiras pois exigiu muito esforço, muitos obstáculos, mas conseguiram.
Naiara conta que seu esposo comprou a forma de blocos e fez o próprio bloco usado na construção, e construíram também com recurso próprio deixando outras prioridades de lado para enfrentar o desafio da ponte, pois antes já tinham colocado manilhas e aterrado, mas não deu certo . Conta que pensaram em vender a casa também, porém decidiram enfrentar e ficar, e hoje conta com satisfação que sua casa está como ela sonhou.


Histórias como essa nos faz entender que cada ser em construção, pessoal, profissional ou emocional, terá sempre desafios a enfrentar e superar. - Valdenia Belizario
BARREIRENSE NA UNIVERSIDADE
Carlos Muniz, agora é Mestre em Diversidade Biológica e Recursos Naturais pela Universidade Regional do Cariri - URCA
Carlos Antonio Muniz Martins, agora é Professor Mestre, pela Universidade Regional do Cariri-URCA. Este que é filho da agricultora Maria Martins da Silva Melo residente no Sítio Barreiros localizado no município de Nova Olinda, e do também agricultor Antonio Cardoso Muniz (In Memoriam). (FONTE: @ubuntunoticias)
Logo após a conclusão da graduação no ano de 2022, ingressou no Mestrado em Diversidade Biológica e Recursos Naturais pela URCA via seleção, voltando novamente a ser bolsista, desta vez pela CAPES-Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Sua pesquisa foi voltada para a descoberta de aspectos da história de vida do ‘Guajá do Araripe’ – caranguejo de água doce endêmico, presente nos municípios de Barbalha e Missão Velha no Estado do Ceará. “Apesar de minha jornada educacional ter sido difícil, vejo que estudar é e sempre será o caminho”, ressalta Me. Carlos. (FONTE: @ubuntunoticias)
CLUBE LITERÁRIO DAS MULHERES
No dia 25 de março houve mais um encontro com as mulheres no clefs. O encontro já faz parte do cronograma do clefs, onde a professora Valdenia coordena o encontro sempre com uma temática. Esse mês ainda comemorando o dia da mulher o tema envolveu assuntos sobre a mulher.
Dinâmica com palavras de virtudes, leitura de poesia sobre como a mulher encara o dia a dia, leitura de 10 hábitos que a mulher deve abandonar, com leitura e roda de conversa; bingo para descontrair, apresentação de uma performance dramática por Valdenia e sua mãe Vilani e o encerramento com um lanche..png)
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Rosa Inácio deixou seu depoimento: "Gostei demais, foi muito importante o tema que foi colocado teve haver com nós mulheres. Acho que devemos particpar mais e tentar levar outras mulheres que ainda não participam."
Valdilene declara que gostou muito e é sempre bom se reunir com outras pessoas.
Maria José comentou: "Acho cada um desses encontros muito importante, é muito bom encontrarmos com pessoas queridas, com pessoas que amamos , eu mesmo amo muito todos os encontros que já particpei."
INDICAÇÃO DE LEITURA
Autor: John Green
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar, com um misto de melancolia, doçura, filosofia e diversão.
Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
"Essa obra, embora seja amplamente reconhecida pelo romance, é muito mais do que apenas um romance adolescente. Ela me fez refletir sobre diferentes aspectos da vida, destacando a morte, algo inevitavelmente para todos. Hazel e Augustus, apesar de viverem com o peso do câncer e seus efeitos colaterais — como eles destacam ao longo do livro — nos ensinam que mesmo diante das dificuldades, ainda vale buscar nosso lugar no mundo, realizar nossos sonhos e criar boas relações. Finalizo destacando aqui uma frase que me marcou bastante, "Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, mas é possível escolher quem vai feri-lo” Augustus Waters, p.283."Comentário da Leitora Lídia Samira
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👏👏👏👏
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